domingo, 27 de abril de 2008

Coisas que descobri morando sozinha II

Cozinhar dá uma super preguiça!!

Eu sempre escutei que quem mora sozinho tem a maior preguiça de cozinhar. Achei que eu, claro, ia ser a exceção a regra, já que nas duas primeiras semanas de casa nova sempre fazia alguma coisa relativamente saudável para comer. Pois é gente, vergonhosamente acabei me tornando parte das estatísticas. A coisa toda começou com meu vício em nugget´s de batata, da Sadia, delícia que volta e meia fazia para jantar e também de mistura para a marmita. Chegou ao ápice quando meu jantar foi um saco de Doritos (que minha mãe não saiba disso!). É que tinha um curso sexta de noite, logo depois de serviço, e já emendava com outro, no sábado de manhã. Daí que queria dormir cedo e se fosse cozinhar ia fazer a maior bagunça. Acabei optando por uma opção mais fácil e nada saudável, eu sei. Preciso urgentemente melhorar essa parte! Acho que semana que vem eu começo minha nova vida! ;-)

Ainda vou parar de comer isso:

E vou virar fã disso

Quem sabe um dia!


sábado, 26 de abril de 2008

Sozinha na Cidade, literalmente!

Essa eu tinha que contar, já que faz parte da minha experiência de morar sozinha.

No feriado de 21 de abril, alguns parentes de Bauru foram passear na casa dos meus pais, que fica em Praia Grande, SP. Na volta, decidi pegar carona com o povo na hora de voltar para São Paulo. Saímos 15:30, então a idéia era chegar com o dia ainda claro, mas adivinha? Estava um super trânsito. Eles me deixaram na Av. Bandeirantes, embaixo da ponte que passa o metrô (entre as estações São Judas e Conceição). Foi aí que comecei a ficar com medo.

Primeiro que eu comecei a andar e não tinha pedestre, só carros. Aí fui em direção a alça de acesso que os carros usam para subir na avenida. Esse passagem rodeia uma praça super escura. Estava com medo, nada de pedestre pelo caminho, e eu me sentindo naqueles filmes de suspense, onde você tem a sensação de que algo ainda vai acontecer, sabe? Do nada, num momento em que não estava passando carro, alguém joga um pneu na minha direção, diretamente de cima do morrinho que tinha do outro lado da rua. Pensei "Agora danou-se" e comecei a correr que nem louca, mas ainda escutei alguém falando “ó a mina correndo” e dando uma risadinha sarcástica.

Cheguei na avenida não sei como (estava quase botando os pulmões para fora), só que continuava sem pedestre nenhum para perguntar onde era o metrô. Aí decidi andar para um dos lados e, quando cheguei na esquina, do nada surgiu um cara. Decidi perguntar para ele onde eu estava, que avisou que o metro mais perto era do lado oposto de onde eu estava indo (São Judas), e saiu andando. Pensei “Se fosse assaltante já tinha assaltado” e perguntei se podia acompanhá-lo e ele concordou. Ainda bem...cruzamos com dois tipos super estranhos no trajeto. Foi muito surreal...o cara comentou que morava na região e que estava indo até perto do metrô encontrar lugar para jantar. Dali a pouco ele começou a falar que aquela área era muito perigosa mesmo. Comentou também que gostava de andar na cracolândia, mas só para observar nada de mais. No final, cheguei sã e salva, mas passei um super medão!

Minha amiga Camilão se acabou de rir na parte em que eu me senti super segura ao circular com um cara, que nunca vi na vida, que fala para mim que costuma ir na cracolândia “só para dar uma olhada”.

Pois é, eu tinha que me virar para sair dessa. Perrengues de quem anda sozinha por aí.

Coisas que descobri morando sozinha I

Para inaugurar essa nova fase do blog, gostaria de dar início a sessão "Coisas que descobri morando sozinha". Depois de quase três meses, chegando a algumas conclusões sobre o assunto. Vamos lá para a primeira:

Se você não matar a barata, ela vai continuar circulando pela sua casa

Pois é gente, esta é uma realidade muito cruel que costuma acontecer quando se mora sozinha. Uma bela noite, estava eu escovando os dentes quando, de repente, vejo um troço se mexendo no chão. Ao olhar com mais atenção, percebi que uma imensa barata estava saindo de dentro do ralo do box. Após um momento de pânico básico, pensei melhor e cheguei a conclusão de que eu mesma teria que fazer o serviço sujo, já que ninguém ia fazer por mim. E era bom fazer logo, antes que o bicho decidisse que a minha casa era um ótimo lugar para se instalar e, quem sabe até procriar (medo!!!). Acontece que a fatídica pergunta seguinte foi: como vou matar esse treco? A primeira opção foi o chinelo, mas, num momento perua, achei que ia ser meio nojento sujar a sola com aquilo. A minha salvação foi a escova de privada, que me ajudou a dar um golpe mortal na nojenta. O chato é que depois de matar, tem a parte que você tem que retirar o corpo. Aí é fogo, mas tem que dar um jeito! ;-)

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Eu voltei!

Para quem lê esse blog, desculpe mesmo a falta de posts!!

Além da mudança de casa, também houveram mudanças na vida pessoal. Mas, passada a tempestade, chega de papo furado e vamos voltar a programação normal. ;-)